Puerpério: você não precisa passar por tudo isso sozinha.

Veja com uma psicoterapia especializada pode te ajudar.

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das mães experimentam mudanças de humor e choro após o parto.

O que é o baby blues?

É uma mistura de melancolia, culpa, tristeza, ansiedade e choro, que ocorre de 2 a 4 semanas após o parto.

Como é natural um período de ajustamento entre a mãe e o bebê, geralmente o baby blues passa sem tratamento específico ou medicação.

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mães sofrem de depressão e ansiedade no pós-parto

Como você tem se sentido?

  • Você tem se sentido triste ou deprimida?
  • Você tem se sentido irritada ou zangada com as pessoas ao seu redor?
  • Você tem enfrentado dificuldades em se relacionar com seu bebê?
  • Você se sente ansiosa ou em pânico?
  • Você está com problemas para comer, dormir ou cuidar de si?
  • Você tem pensamentos perturbadores, que não consegue tirar da cabeça?
  • Você se sente “fora de controle” ou “como enlouquecendo”?
  • Você sente que nunca deveria ter se tornado mãe?
  • Você está preocupada em machucar seu bebê ou a si mesma?

Você não está sozinha!

Com o cuidado adequado, é possível se recuperar e evitar que os sintomas da depressão e ansiedade pós-parto se agravem.

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História real de uma mãe

Andréa Figueiras

Era uma noite fria de maio, quando minha bebê nasceu.

Tinha imaginado esse momento inúmeras vezes nos últimos meses.

Um parto humanizado, que respeitasse a bebê e a mim.

Nada do que eu tinha imaginado aconteceu! E foi aí que os problemas começaram…

Estava exausta de todo o esforço do trabalho parto, que foi em vão.

Não suportei a dor e foi feita uma cesárea.

Me senti incapaz e sozinha, mesmo rodeada pela equipe médica e meu marido.

Com ela em meus braços, me senti emocionada.

Mas eu esperava sentir algo diferente, mais intenso,  aquela conexão imediata que as pessoas tanto falam.

Não foi assim…

Tinha me preparado para ser mãe: fiz o pré natal com cuidado, arrumei o enxoval, decorei o quartinho, encomendei o enfeite da porta da maternidade, li sobre os desafios do pós parto.

Sabia que a privação de sono seria algo difícil (e foi).

Mais uma vez fui surpreendida.

Amamentar não foi algo intuitivo e natural.

Foi difícil e dolorido.

A bebê não pegava o peito direito e chorava de fome.

Isso me machucava muito por dentro.

Por causa da pandemia, não pude contar com ajuda da família.

Meu marido logo voltou a trabalhar.

Agora era só a bebê e eu.

Cada dia eu estava mais cansada, mais triste.

Era um sentimento de solidão e vazio.

Não tinha vontade de me levantar da cama, comer ou tomar um banho.

Não tinha forças para cuidar da bebê.

Sentia uma culpa imensa e profunda.

Entre uma soneca e outra, eu tentava descansar.

Mas não conseguia dormir.

A cabeça não parava.

E se eu machucar a bebê?

Foi aí que surgiram pensamentos horríveis.

Que mãe horrível eu era.

A culpa pesava…

Será que ela está respirando?

Eu era uma péssima mãe.

Será que ela está se desenvolvendo?

Minha filha merecia uma mãe melhor.

Meu marido tentava ajudar, mas nunca era suficiente.

Eu sempre tinha que pedir claramente ajuda.

Era desgastante, as brigas eram constantes.

Eu chorava muito e as crises de ansiedade estavam insuportáveis.

Tinha alguma coisa de errado comigo!

A maternidade tinha se tornado um fardo.

E estava difícil carregá-lo sozinha.

Então, percebi que eu precisava muito de ajuda para enfrentar essa jornada…

A depressão e ansiedade pós-parto atingem mulheres no mundo todo, independente da classe socioeconômica, cultura, etnia ou religião.

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